Voltando de Capão Novo, estou postando um poema diferente da linha "histórica" do personagem, mas que acho que combina (apesar de ser um tanto conceitual)...
Freeway
Felipe Magnus Gil
29 de Dezembro de 2007.
Campos,
arrozais, fazendas
a perder de vista.
Lagoas temporárias,
cheiro de terra molhada,
mato-cerrado, erva-cidreira.
Pastagens, distantes rebanhos,
vento ligeiro de marcela.
Beleza nativa, entrelaçada
à natureza morta das tábuas
secas pintadas expostas.
Suspensos fios se cruzam
e quase tocam o solo
de quem vai e de quem chega.
Alta colina verdejante
que me convida a tudo olvidar
e rolar sobre sua alta grama
até a faixa de asfalto.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Nono - 'Freeway'
Por
Felipe Gil
às
7:23 PM
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