Aqueles conceituais, sinto uma certa vergonha de postá-los...ah, tanto faz.
Amores e Desejos
Felipe Magnus Gil
30 de Abril de 2005.
A alegria é, muitas vezes,
conseqüente da ignorância.
Já ouvi muitas vezes, por aí,
que amores precisam ser alegres.
Portanto, precisam ser ignorantes,
alegres, descontrolados, mas capazes.
Outras vezes, amores são resultado
de um sentimento interno muito grande,
simplesmente por estar só.
Quando o amor finalmente então vem,
O mundo é composto de duas pessoas
somente,todo o resto passa a inexistir.
Sofrimento também causa ignorância,
mas gera indiferença também.
E quando não ignora-se mais
O que está a nossa volta -
(geralmente na decepção
de não ser aceito amorosamente),
surge o simplese tão condenado desejo -
O qual é solitário, pode abranger
muito mais do que uma pessoa.
O desejo faz com que todas as pessoas
pareçam como elas são -Assim, algumas se destacam.
Desejos são para pessoas tímidas,
Permitem tudo, imaginativamente.
Desejos contradizem tudo
o que fazemos - (ou deveríamos)
na realidade do dia-a-dia.
Amores são cegos, sim,
por serem ignorantes.
Os amores são criativas desculpas
para desejarmos quem não conhecemos.
Amores se provam ignorantes pois,se julgam eternos -
Mas mal sabem eles
que nada resiste à força do tempo.
A expansividade dos amores
se justifica por não conhecermos
quem estamos amando.
E nem sabemos quando é recíproco!
Rejeitados, todos caem no desejo.
O pecado extremo Católico,
que todos cometem, mesmo amando.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Décimo Quarto - "Amores e Desejos"
Por
Felipe Gil
às
10:10 PM
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