Esse é um dos meus (poucos) poemas atemporais, e que tem um certo tom rebelde...
Estilo distoante do resto do blog, mas ainda sim, é válido postá-lo, ela continua em voga. =D
Fábrica
Felipe Magnus Gil
08 de Agosto de 2005.
Frios humanos,
ocos são os crânios
e através dos anos
dados tiranos
passeiam nestes crânios
como ciganos.
E tudo passa em branco.
Não querem que sejas franco
Apenas querem tua senha do banco
Apenas querem mais uma muleta, como mancos.
Inteligência, comportamento, consciência de plástico,
Realidade voltada para o fantástico
Tudo que assiste, tudo deve ser muito mágico,
São todos iguais, todos fanáticos
E tudo se passa frustrante.
Querem que sejas ignorante
Consumidor fiel, obeso, homem propaganda, bêbado e fumante
Querem que sejas tudo aquilo que se assiste dela diante.
A Deusa da Modernidade.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Décimo Segundo - "Fábrica" (parte 1)
Por
Felipe Gil
às
9:49 PM
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