Cigarro Ar
Felipe Magnus Gil
Madrugada de 23 para 24 de Março de 2010.
As cinzas deste chão
ardem em mim.
As cinzas do meu ser
pairam sobre o ar.
Trago o vento,
forço a fumaça,
é tudo igual.
Sem farsas,
passageiro,
mortal.
Quando não há mais prazer
ou vazão, ou sentido, ou sequer
ódio, naquilo que se respira,
só é urgente o novo.
Trago o vento,
escondo tempestade,
é tudo igual.
Majestade,
louco,
banal.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Vigésimo - "Cigarro Ar"
Por
Felipe Gil
às
2:43 AM
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Um comentário:
Você traduziu bem uma insônia hehehhe
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