Os Dias Passam
Madrugada de 27 para 28 de Março de 2010.
Felipe Magnus Gil
Eu pergunto as mesmas obviedades
sobre as mesmas coisas.
Eu mesmo responderia.
Porque pergunto?
Porque ainda...?
É implícito,
incomum,
só uma pessoa,
só uma história,
só um silêncio
mórbido.
E das permissões,
das palavras esquecidas,
dos perdões inaceitáveis,
da diferença de estimas,
a busca cessa, mas nunca
deveria terminar...
Doem, os socos que dou
a cada nascer do sol
em meu peito.
Já foram tantos!
A dor já não orienta,
não acorda, nem diverte.
Agora, a dor destrói.
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